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A gordura congelada

Agosto/2015 - Revista Veja

E para quem tem pressa e não consegue reduzir a silhueta com o apoio de instrumentos como a calculadora planejadora de peso corporal, que exige calma e disciplina? A empresária gaúcha Aline D’Alessandro, de 33 anos, engordou 14 quilos depois da gravidez de Lorenzo. Ganhou barriga e coxas maiores. Durante alguns meses, a empresária adotou dietas radicais. Cortou carboidratos, trocou o café da manhã por sucos detox e se dedicou aos exercícios físicos. O esforço a fez recuperar o peso de antes. Mas a gordurinha acumulada na barriga, ah, essa não sumiu. A história soa comezinha, porém raras são as mulheres que não se identificam com o incômodo. Aline, ansiosa para emagrecer, recorreu então a um tratamento estético que consiste em reduzir as células acumuladas de gordura por congelamento. A técnica chegou ao Brasil em 2010 e tem o nome de criolipólise ("crio", de frio, "lipólise", de destruição de gordura). Ela faz com que 30% das células de gordura da região tratada – em geral, onde há mais acúmulo (no abdômen e nas costas, por exemplo) – morram a 10 graus negativos (veja o quadro abaixo).

A criolipólise foi desenvolvida no fim dos anos 90 por pesquisadores da Universidade Harvard. É hoje um dos grandes sucessos mundiais nas clínicas de dermatologia. Diz o dermatologista Jardis Volpe: "Desde sua aprovação pela FDA, em 2010, cerca de 2 milhões de pessoas se submeteram ao tratamento no mundo". Não há estatística brasileira, mas apenas em uma clínica paulista o número de procedimentos desse tipo realizado no ano passado chegou a quase 1000. A atriz Deborah Seco, antes da gravidez, reduziu os flancos por meio desse recurso.

O método é considerado seguro, mas tem riscos – como todo e qualquer procedimento estético. No caso da criolipólise, as queimaduras na pele provocadas pelo frio são a queixa mais comum. "A popularização do método fez com que ele passasse a ser realizado também por profissionais não especializados", diz Gabriel Gontijo, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia. A recomendação da instituição é que o tratamento seja feito por um dermatologista e com aparelhos certificados pelo Anvisa. Há nove marcas de máquina de criolipólise aprovadas no Brasil.


Sem dieta
Depois da gravidez, Aline recorreu à criolipólise, tratamento estético que congela as células adiposas, para perder o excesso de barriga.


O ataque do general inverno
A criolipólise mata as células de gordura por congelamento

  1. Encosta-se um aplicador em formato retangular, com cerca de 15 centímetros de largura por 5 centímetros de altura, na região do corpo a ser tratada – em geral, onde há mais acumulo de gordura (no abdômen e nas costas, por exemplo)
  2. O dispositivo gela a área a 10 graus negativos. O resfriamento atinge cerca de 30% das células adiposas, sobretudo as mais próximas à superfície do corpo
  3. As células atingidas morrem e "se quebram" em pedaços muito pequenos. As estruturas mortas são eliminadas pelo sistema linfático, uma rede de vasos que age como removedor de resíduos do organismo
  4. O resultado estético, 30% a menos de gordura na área tratada, surge em até quatro meses, tempo que o organismo leva para eliminar todas as células congeladas


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